Após a pandemia, os artistas vão precisar se reinventar e mudar alguns conceitos, e não só depender de lives para se comunicar com o público e atrair novos investidores na indústria cultural. Também rever as estratégias de marketing, principalmente, por causa da dificuldade que as empresas estão enfrentando neste ano de 2020. Sabe-se que a vacina é a solução imediata, mas enquanto não chega , eventos de pequeno porte e teatros com a capacidade de público menores serão a solução para se apresentarem e, ficaram longe dos fãs, das casas noturnas, das feiras e das exposições. As lives foram no início uma maneira de curto prazo para evitar um ano sabático dos artistas . Para o cantor Uique os artistas de pequeno porte e os de começo de carreira foram os mais prejudicados com o isolamento social, por isso, uma ideia a ser implementada é eventos nas próprias empresas com o apoio do governo.

“Um grande parte dos funcionários vem trabalhando em home office, e inserindo cultura, eles irão melhorar o desempenho, aliás, possibilitarão mais motivação, e além disso, o cuidado com segurança dos colaboradores, evitando aglomeração em outros locais . Com isso, acaba estabelecendo interação após meses de afastamento do setor de trabalho e do lazer. Com certeza, podendo unir cultura, meio ambiente e desenvolvimento sustentação, torna-se saudável para qualquer empresa . Essa medida, vai aquecer o mercado fonográfico e de entretenimento, de sonorização e de produção cultural, trazendo divertimento para aqueles que não puderam sair de casa “, disse ele.

O novo normal causou este horizonte duvidoso a curto prazo, mas uma luz no fim do túnel existe. Nota-se nas pessoas estresses, impaciência e até em alguns doenças neurológicas, devido o distanciamento social, a quebrada da rotina de hábitos culturais e o medo de contrair o covid-19. Saúde e cultura caminham juntos, e contribuem para a qualidade de vida das pessoas.

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