Após um ano com muitas tragédias e tristezas. O novo ano entra para enxugar as lágrimas e impulsionar para recuperação da economia e retorno as práticas habituais. Confesso a vocês que contei minutos para o novo ano. Os noticiários já começaram a ser mais leves, louvado seja Deus. Por isso, vamos acreditar em dias melhores. Não vejo a hora de subir aos palcos, o povo se abraçar, a comemoração sem medo, e churrasco com os amigos sem protocolo de segurança.

O Brasil é um país alegre, acolhedor, vibrante, e distanciamento social não faz parte do nosso cotidiano. Também fiquei triste em ver que o réveillon em Copacabana não foi o mesmo, sem o calor humano e a festividade de sempre. Ficarei muito feliz com retorno do samba, das festas, do rock in roll, do axé, do sertanejo, do reggae, do clássico, do bolero, da gafieira, do forró, do funk, da lambada, do samba duro da Bahia, do zouk, do tango, do eletrônico e de todas manifestações culturais e artísticas. Tenho certeza que o palhaço vai chorar de alegria, porque o circo voltará a apresentar belíssimos espetáculos.

O Teatro reverberará o mais belo do belo e nós iremos esquecer de 2020, o ano do Covid-19, avassalador e cruel. Chega de ceifar vidas, chega de UTIs lotadas, os médicos e enfermeiros precisam de descanso. Eles precisam celebrar a vida conosco numa grande festa do amor.

Convido a todos a serem os jardineiros da vida para plantar a flor mais bonita no coração do próximo. Ou seja, o poeta ganha espaço, a cortina se abre e a luz acende e o show tem que continuar. Viva 2021! Viva o povo brasileiro, viva o amor de Deus!

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